terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Manhã

... estranha manhã! É primeiro de dezembro e voltam as ultimas sensações. Não sáo primeiras como esse primeiro  de dezembro. São 55 dezembros ao longo dessa vida. Olho da janela o mar, o dia de sol e fico pasmo. Fazer o que de mais uma terça feira da vida. O blog me convida a escrever. Quer dizer, ele não me convida, ele não sabe da minha existencia, eu dou existencia a ele, falo por ele. Sou o fascista do meu blog, falo por ele o que ele nunca poderia dizer. É um modo de falar que preciso deixar sair algumas coisas para tentar me sentir melhor. Escrever alivia a alma, preciso de alivio, preciso escrever. De que alivio eu falo? Nem eu mesmo sei dizer. Sei que as terças feiras gostaria de estar ocupado de alguma coisa que não sei bem o que é. Manha de duvidas em relação ao destino de uma vida, a minha vida. O suor e o calor me despertaram as 3 da manha e o botão do ar condicionado foi a solução. Despertar zonzo, calor intenso e noticias de Gabi pontuam essa manha. Tomar banho foi necessidade para ver se produzia melhora. Melhorou, um pouco. A manha continua estranha ou sou eu o estranho dessa manha? Creio que sim, não existe manha estranha, elas são sempre manhas dentro de algumas variações. Essa coisa de fim de ano, essa claridade de dezembro me deixa meio que nostalgico. Adoro essa palavra, nostalgia! Esse sentimento atravessa uma vida e ja disse que essa uma vida, é a minnha. Turbilhão de lembranças imediatamente invade trazendo lembranças e mais lembranças. Tortura danada para quem quer desembarcar dessa manha. Não adianta, é dezembro, a depressão inisiste e não desiste. O colorido do dia e o calor reavivam lembranças que gostaria de esquecer, elas não me esquecem, fazem parte de mim, me compoem de modo irrecusavel. Desisto disso, abandono o teclado com o texto inacabado nesse primeiro de dezembro. Fui

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