... a curva do Pão de Açucar as 6:20 da manha é sempre linda! Mas por que pão de açucar? de que pão falavam os portugueses? Não importa, é lindo esse morro na enseada de Botafogo. Casamento lindo de Burle Max com a natureza pontua esse caminho das manhas de Rio de Janeiro. De fato, o rio de janeiro continua lindo, sempre será. Todas as manhas desse caminho, a enseada de botafogo traz lembranças de Dom Casmurro, foi nesse mar que se afogou o seu suposto rival. Pensar em tilburis percorrendo a orla nos anos de 1800 é delicioso. Um tempo passou visitando o universo de Machado. Custou a sair, até hoje tem saudades, as vezes volta, mas viver aquela época, por mais que queira, é impossivel. Só em sonhos, nesse é possivel. Voltemos ao casamento de Burle Max com a natureza, espetáculo sem igual, observar o cuidado com que cada planta foi colocada, cada curva tem suas arvores, sim, existem arvores de curvas e pequenos bosques plantados. Não é acaso, é caso plantado, distribuição cuidadosa da natureza, entrega a natureza do autor. É paixão construida ao longo dos anos namorar esse jardim. É o trabalho quem proporciona
esse prazer. Tem que chegar por algum caminho, é natural que assim seja. Por que não pelo jardim? Tem outros caminhos, isso sempre tem para tudo, é questão de bom gosto e de escolha. Escolheu chegar pelo jardim e admirar o Pão de Açucar, uma espécie de café da manhã saboreado pelo olhar... Bom dia!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
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