quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Receita de viagem

... pelo interior da mente, sem passagem, sem passaporte, sem avião, sem trem,  sem nenhum meio de locomoção. São territorios subjetivos, impalpaveis. São imagens,   lugares idos,  viagem sem bagagem com destino ao  mundo.  De que mundo eu falo? Do vivido, do desejado,  do acontecido e do futuro mental  que nem sei se vai acontecer.  Sim, existe um futuro mental, especie de um tempo de verbo ainda não catalogado  na gramatica,   existente em ação.  Transporte rápido, desligamento tranquilo, refugio agradável dos momentos terriveis. É ação livre,  fantasia solta ao sabor do do desejo. Tudo pode ser imaginado, transformado, adequado. Não ha frustração,  so possiveis. Fantasia, esse  territorio da satisfação  do desejo,  diferente do sonho que nem sempre realiza. Esse, é ato consciente, voluntario, dominado e sem intermediarios. È o  desejo e ponto final. Venho correndo atras desse ponto final tem tempo, quero acabar, finalizar, mas tá complicado realizar. Continuo então, fazer o que, é condenação. Quanto mais enrolado melhor esse texto, mais cifrado, mais codificado.  Fica sendo só meu, é para mim  e mais niguem. Vou em frente que a coisa tá feia e a vigem se faz urgente, é saida mais rápida nessas horas. O bilhete são os olhos fechados, a posição melhor é deitado e o lugar é a cama. Em caso de ser dia, é necessario ter cortinas para regular a claridade,  fica mais confortavel. Estando no verão, convem ligar o ar, é mais  adequado e a viagem esta  garantida. Satisfeitas  essas  condições basicas, boa viagem! Lá vou eu ...

Um comentário:

  1. Voa periquito voa!
    Viaje em sua mente criativa e produtiva.
    Amor de uma vida.
    beijos

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